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É com pesar que comunicamos o falecimento do senhor Djalma Torres.

05 Abr, 2018 às 11:39

por Ascom - Izidy Ramel Comunicação

Que a sua páscoa possa reacender a esperança e o amor em seu coração.

31 Mar, 2018 às 11:12

por Ascom - Izidy Ramel Comunicação

58% dos brasileiros não gostam de dedicar tempo para cuidar das próprias finanças, aponta pesquisa do SPC Brasil e CNDL

Embora 61% admitam que boa gestão do orçamento depende de familiaridade com matemática, parte dos consumidores evita prestar atenção em números no dia a dia. Impulsividade nas compras atinge 45% dos entrevistados

28 Mar, 2018 às 10:36

por Ascom - Izidy Ramel Comunicação

  • O consumidor brasileiro reconhece a importância de fazer o controle das finanças pessoais, mas parte significativa admite não seguir à risca essas boas práticas. Um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais mostra que a organização financeira não é uma tarefa que atrai os consumidores. Em cada dez entrevistados, seis (58%) admitem que nunca ou somente às vezes gostam de dedicar tempo a atividades de controle da vida financeira. E há, também, aqueles que precisam recorrer ao crédito para complementar a renda. De acordo com a pesquisa, 17% dos consumidores sempre ou frequentemente precisam usar cartão de crédito, cheque especial ou até mesmo pedir dinheiro emprestado para conseguir pagar as contas do mês. Esse percentual aumenta para 24% entre os mais jovens.

    Para o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli, uma vida financeira saudável depende do esforço de cada consumidor em buscar fontes adequadas de informação e exercitar a disciplina para incorporá-las no seu cotidiano. “Muitas pessoas poderiam, facilmente, ter acesso às informações necessárias para ter um orçamento mais equilibrado, mas não parecem conseguir. Elas pensam que dá trabalho ou que é muito difícil manter o controle sobre as despesas e se esquecem de que trabalhoso mesmo é encarar o endividamento e a restrição ao crédito. Lidar com o dinheiro exige disciplina e comprometimento para viver dentro da sua realidade financeira e não tomar decisões equivocadas”, orienta Vignoli.

    Exemplo de que uma vida financeira equilibrada traz mais satisfação e tranquilidade, é que 56% dos consumidores ouvidos no levantamento disseram que se sentem melhor quando fazem um planejamento das despesas para os próximos seis meses. O problema, novamente, é que nem sempre isso acontece na prática porque 48% deles nunca ou somente às vezes fazem um planejamento cuidadoso dos passos a seguir para ficar dentro do orçamento nos meses seguintes. Esse problema surge com ainda mais força entre os consumidores de mais baixa renda (classes C, D e E), com 51% de citações.

    Planejar-se para realizar um sonho de consumo também não é um hábito comum para a maioria dos consumidores. Os que estabelecem metas e as seguem à risca quando querem adquirir um bem de mais alto valor, como uma casa, um automóvel ou realizar uma viagem, por exemplo, somam 48% da amostra. Nesse caso, o comportamento é mais frequente entre as pessoas das classes A e B, com 59% de menções. Os que nunca ou somente às vezes fazem esse tipo de esforço somam outros 48% dos entrevistados. Há ainda 38% que nem sempre possuem planos para o futuro.

    Para 61%, controle da vida financeira está relacionado a conhecimentos numéricos, mas 19% ‘fogem” de números no dia a dia e 39% não calculam juros

    O levantamento do SPC Brasil também descobriu que, na opinião dos consumidores, ter algum tipo de familiaridade com matemática e conhecimento sobre números facilita a chance de se ter um controle mais efetivo sobre a vida financeira. Em cada dez brasileiros, seis (61%) acreditam que informações numéricas são úteis na vida financeira diária e 62% acham que aprender a interpretar números é importante para tomar boas decisões financeiras. Porém, nem sempre essas pessoas procuram, de fato, informar-se a respeito desses temas.

    A pesquisa detectou que 19% dos entrevistados não costumam prestar atenção em assuntos que envolvem números, percentual que aumenta para 24% entre os homens e 27% entre os mais jovens. Há ainda 39% de brasileiros que nunca ou somente às vezes calculam o quanto pagam de juros ao parcelar uma compra. Outros 53% garantem fazer esse cálculo com frequência. Quando parcelam alguma compra, um terço (33%) dos entrevistados nem sempre sabem se já possuem outras prestações que comprometem o orçamento.

    “O conhecimento sobre juros é algo essencial para as finanças de quem parcela compras ou contrata algum financiamento, por exemplo. Os juros encarem o valor total a ser pago pelo consumidor, principalmente em casos de atrasos, e se não são bem analisados e pesquisados entre várias instituições, podem comprometer a organização do consumidor”, esclarece a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

    A busca por informações entre especialistas também é algo negligenciado por boa parte dos consumidores brasileiros. Somente três em cada dez (31%) garantem sempre ou frequentemente ver dicas de especialistas sobre a gestão da vida financeira. Além disso, apenas 17% costumam participar de cursos, palestras e seminários para aprender a fazer a gestão do próprio orçamento. Outros 49% nunca participam dessas atividades, ao passo que 25% reconhecem que às vezes vão atrás desse tipo de informação.

    “Hoje com a facilidade de acesso à internet, esse número poderia ser muito maior. Há uma grande oferta de conteúdo de qualidade e gratuito em portais, vídeos e até mesmo nas redes sociais que tratam da relação com o dinheiro de forma leve, descomplicada e aplicada às situações comuns do dia a dia”, afirma Vignoli.

    45% costumam ceder às tentações do consumo impulsivo e apenas 38% são autoconfiantes para identificar bons investimentos

    A pesquisa também mostra que parte expressiva dos entrevistados cede às compras por impulso e tomam atitudes de consumo desregradas. Quando estão realizando compras, um terço (33%) dos brasileiros disse que nunca ou apenas às vezes avalia se realmente precisam do produto para não se arrepender depois. Além disso, 45% nunca ou somente às vezes conseguem resistir às promoções e comprar apenas aquilo que está planejado.

    Também se pode notar que algumas posturas desaconselháveis do ponto de vista financeiro são adotadas. De acordo com a pesquisa, 19% dos consumidores acham mais importante gastar dinheiro hoje do que guardar para o futuro, embora 77% garantam às vezes ou nunca se comportarem assim.

    Sobre pensar no futuro, a pesquisa detectou que muitos brasileiros não se sentem preparados para a tarefa de investir. Somente 38% disseram que admitem ter confiança em sua capacidade de identificar bons investimentos e 22% desconhecem os tipos de aplicações que rendem as melhores taxas de retorno. Além disso, apenas metade (51%) da amostra sabem sempre ou com frequência o quanto precisam guardar todos os meses. “Certas modalidades podem render muito mais, mas também estão sujeitas a variações e perdas mais significativas. Adequar o tipo de investimento à personalidade e à situação financeira de quem vai investir é essencial. Perfis mais avessos ao risco pedem modalidades mais conservadoras, enquanto consumidores mais ousados podem optar por investimentos mais voláteis e com maior possiblidade de retorno”, explica a economista Marcela Kawauti.

    Metodologia

    Foram entrevistados 805 consumidores acima de 18 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais. A margem de erro é de no máximo 3,5 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%. 

22% dos consumidores tiveram crédito negado ao tentarem parcelar compra em Janeiro, revela indicador do SPC Brasil e CNDl

Em cada dez brasileiros, seis não se utilizaram de nenhuma modalidade de crédito no período; 22% dos usuários de cartões começaram 2018 entrando no rotativo e 78% dos consumidores fecharam o mês sem sobras de dinheiro

09 Mar, 2018 às 11:25

por Ascom - Izidy Ramel Comunicação

  • O Indicador de Uso do Crédito apurado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) revela que 22% dos brasileiros tiveram crédito negado no último mês de janeiro ao tentarem parcelar uma compra em estabelecimentos comerciais ou contratar serviços a prazo. A falta de comprovação de renda ou insuficiente de renda (36%) e as restrições ao CPF (31%) em virtude da inadimplência foram as principais razões para a negativa.

    De acordo com a sondagem, em cada dez consumidores, seis (58%) não se utilizaram de nenhuma modalidade de crédito no último mês de janeiro, como cartões, crediário, cheque especial, linhas de financiamentos ou empréstimos. Outros 42% mencionaram ao menos uma modalidade a qual tenham recorrido no período. Em dezembro, período de tradicional aquecimento das vendas no varejo, esse índice era ligeiramente maior e atingiu 46% dos consumidores. Ainda assim, o número observado em janeiro deste ano é o segundo mais elevado desde junho de 2017, quando 44% dos brasileiros haviam se utilizado de ao menos um tipo de crédito naquele mês.

    Os cartões de crédito (36%) e o crediário (12%) foram as modalidades mais usadas em janeiro deste ano. O cheque especial foi citado por 7% da amostra e os financiamentos por 6%.

    Na escala do Indicador de Uso do Crédito que varia de zero a 100, sendo que quanto mais alto, maior a utilização de modalidades de crédito, o resultado observado em janeiro ficou em 28,1 pontos, pouco abaixo dos 31,0 pontos verificados em dezembro último.

    Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o resultado timido do indicador é reflexo ainda da queda nas concessões de crédito ocorrida no período mais agudo da crise. “Com a renda do brasileiro menor, a análise de crédito tornou-se mais criteriosa para evitar a inadimplência e as concessões caíram ao longo do período mais severo da recessão. Somente agora o crédito começa a recuperar-se, mas é prudente que haja controle e critérios sobre a liberação de crédito por parte das instituições e que o consumidor se mantenha cauteloso antes de se endividar”, afirma Pellizzaro Junior.

    Para 51%, contratar crédito é algo difícil; 48% dos que tomaram empréstimo ou financiamento atrasaram parcela em algum momento

    No total, apenas 14% dos consumidores consideram a tomada de crédito como algo fácil nos dias de hoje. Para 51%, trata-se de algo dificil, ao passo que 22% consideram regular. “Crédito fácil e sem burocracia pode parecer algo positivo aos olhos do consumidor, mas em muitos casos, a contrapartida dessa agilidade é a cobrança de taxas de juros muito elevadas. O crédito pode ser um aliado do consumidor para aquisição de bens de maior valor, mas se não bem utilizado, pode ser a porta de entrada para o descontrole financeiro” explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

    Sobre as dificuldades que o mau uso do crédito pode acarretar, o levantamento aponta que 48% dos tomadores de empréstimos e financiamentos atrasaram, em algum momento, parcelas dessa dívida – sendo que 15% ainda possuem prestações pendentes.

    23% dos usuários de cartão de crédito caíram no rotativo em janeiro e 41% viram valor da fatura aumentar

    O indicador apurado pelo SPC Brasil e pela CNDL também revela que o percentual de consumidores que não pagaram o valor integral da fatura do cartão de crédito oscilou de 28% em dezembro do ano passado para 23% em janeiro deste ano. Desse total, 10% entraram no chamado ‘rotativo não regular’, quando não há nem mesmo o pagamento do mínimo. Já 13% ficaram dentro do ‘rotativo regular’, ou seja, pagaram ao menos o mínimo da fatura. Os consumidores que pagaram o valor total da fatura em janeiro somam 76% dos usuários do cartão.

    Os juros cobrados pelos bancos quando o cliente não paga o valor integral da fatura do cartão de crédito são altos e chegam a 387% ao ano, em média, no caso do não regular e, 241% no caso do regular, segundo dados oficiais do Banco Central.

    Entre os consumidores que se utilizaram do cartão de crédito no mês de janeiro, 41% aumentaram o valor da fatura nesse período e somente 21% notaram um queda. Para 35% houve estabilidade. Entre os que se lembram o valor que gastaram, a média da fatura encerrada em janeiro foi de R$ 849, cifra ligeiramente abaixo da observada em dezembro último, que era de R$ 966.

    A pesquisa ainda mostra que o uso do cartão já não se limita a compra de itens de alto valor, que geralmente precisam ser parcelados. As despesas correntes de todo mês também estão sendo feitas a crédito pelo consumidor brasileiro. Em primeiro lugar ficaram as compras em supermercados, citadas por 59% de seus usuários. Em segundo lugar está a aquisição de remédios, com 45% de menções. Depois aparecem gastos como roupas, calçados e acessórios (34%), combustíveis (32%) e idas para bares e restaurantes (25%).

    Mesmo com inflação sob controle, preços elevados fazem 49% planejarem corte de gastos; 40% estão com as contas no ‘zero a zero’

    De acordo com os dados do Indicador de Propensão ao Consumo, no último mês de fevereiro, quase a metade (49%) dos consumidores manifestaram a intenção de reduzir gastos no orçamento, contra somente 8% que planejavam aumentar o valor de suas compras. Para 40%, os gastos devem se manter estáveis. Apesar de a inflação estar sob controle, os preços elevados dos produtos (37%) é a principal razão para a contenção de gastos do brasileiro, seguido da busca constante por economizar (25%) e do desemprego (19%).

    Entre os produtos que os consumidores pretendem comprar em março, excluindo os itens de supermercado, os remédios lideram a lista (28%), seguido das roupas, calçados e acessórios (19%) e da recarga para celular (18%).

    O estado das finanças do consumidor colabora para esse comportamento mais cauteloso. Apenas 18% dos consumidores brasileiros estão com as contas no azul – ou seja, com sobra de recursos para consumir ou fazer investimentos. A maior parte (40%) admite estar no ‘zero a zero’, sem sobra e nem falta de dinheiro, enquanto 38% encontram-se no vermelho e não conseguem pagar todas as contas com a renda que possuem.

    Metodologia

    A pesquisa foi realizada em abril e abrange 12 capitais das cinco regiões brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Manaus e Belém. Juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. A amostra, de 800 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais. 

83% dos desempregados admitem não estar bem informados sobre a reforma trabalhista, revela estudo do SPC Brasil e CNDL

Desempregados brasileiros estão divididos sobre benefícios ou perdas com nova legislação trabalhista. Ainda assim, 50% aceitariam ser contratados de forma intermitente, nova modalidade em que jornada e remuneração são flexíveis

28 Fev, 2018 às 08:02

  • São tantas as novidades e mudanças com a nova legislação trabalhista, como jornada e remuneração flexíveis, possibilidade de divisão das férias em três períodos e permissão de tempo menor para o almoço, que muitos brasileiros ainda não tiveram tempo de refletir sobre o impacto da ‘Reforma Trabalhista’ em suas vidas. Um estudo realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com brasileiros que estão desempregados atualmente revela que 83% dos entrevistados admitem não estar bem informados sobre a recente mudança na legislação trabalhista. Apenas 16% reconhecem ter informações suficientes sobre o assunto. O desconhecimento é elevado em todos os estratos sociais, mas maior entre os de mais baixa escolaridade.

    Sancionada pela presidência da República em julho do ano passado, e posta em vigor a partir de novembro, as novas leis permanecem cercadas de incertezas por parte dos consumidores. De acordo com o levantamento, os brasileiros desempregados mostram-se divididos quanto à possibilidade de a reforma trabalhista promover um aumento na oferta de vagas de emprego. Para 31%, as mudanças na legislação não devem exercer qualquer efeito no mercado de trabalho, enquanto 26% não possuem uma opinião formada sobre o assunto. Quase um quarto (24%) dos entrevistados acredita que haverá diminuição de postos de trabalho, ao passo que 19% esperam um aumento na quantidade de vagas.

    “É preciso derrubar alguns mitos sobre a modernização das leis trabalhistas. A visão negativa que alguns consumidores têm sobre as alterações está relacionada ao desconhecimento a respeito do tema, como aponta a pesquisa. Apesar da reformulação, direitos considerados fundamentais para os trabalhadores foram mantidos na nova configuração, como o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, o décimo terceiro salário, o seguro desemprego e a licença maternidade, por exemplo”, explica o presidente da CNDL, José Cesar da Costa.

    O presidente da entidade ainda explica que os efeitos da mudança, contudo, não serão sentidos de forma imediata, uma vez que o país se encontra em um processo lento de saída da recessão. “É cedo para colher frutos da nova legislação. Assim como o peso da carga tributária torna o país menos competitivo, a rigidez de uma legislação trabalhista como a brasileira limita a oferta de trabalho. A recente modernização das leis é importante para o país superar os problemas de produtividade. Com a economia melhorando, mais empresários tendem a aderir às novas regras”, afirma Costa.

    Desempregados mostram-se divididos sobre benefícios do chamado ‘Trabalho Intermitente’. Mesmo assim, 50% aceitariam contratação neste regime

    Uma das principais novidades da Reforma Trabalhista é a regulamentação do chamado ‘Trabalho Intermitente’, uma modalidade de contratação com carteira assinada em que não há jornada fixa de trabalho. Dessa maneira, o funcionário passa a ser remunerado por hora, de acordo com o tempo trabalhado. Essa modalidade não substitui a atual jornada fixa, mas é apresentada como uma opção a mais disponibilizada no mercado. Sobre essa alteração, as opiniões dos entrevistados também estão divididas. Quase um quarto (24%) dos desempregados considera a medida positiva e 23% classificam a nova modalidade de contratação de forma negativa. Para um terço (33%), ela é regular. Outros 20% não responderam ou não tem opinião formada.

    Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, alguns tipos de trabalho se enquadram melhor na lógica da jornada flexível, como prestadores de serviços e algumas áreas do comércio. “É o caso, por exemplo, de serviços de bares e restaurantes, cujo pico de movimentação se dá em horários específicos e podem se valer dessa nova regra. Ou então do comércio, que geralmente fica mais aquecido em determinadas datas comemorativas”, explica a economista.

    Levando em consideração os trabalhadores desempregados que consideram a modalidade de trabalho intermitente como algo positivo, 37% consideram que a mudança criará mais postos de trabalho, fazendo com que o desemprego recue. Outros 27% acreditam que o trabalhador poderá exercer mais de uma atividade por meio do trabalho intermitente e, assim, aumentar a sua renda e 25% imaginam que a informalidade poderá diminuir.

    Já para os que classificam o trabalho intermitente como uma mudança ruim para a população, 44% interpretam que a alteração implica em perda de direitos trabalhistas, ao passo que 19% não acreditam que ela será suficiente para fazer a informalidade diminuir no país.

    De modo geral, 50% dos desempregados brasileiros declaram-se interessados em trabalhar sob o regime de trabalho intermitente, seja pela possibilidade de conciliar a jornada de trabalho com outras atividades, como estudos, por exemplo (17%), poder ser contratado de forma integral após um período como intermitente (17%) ou receber benefícios que não existem no mercado informal (15%).

    “Independentemente dos níveis de aprovação ou desaprovação da reforma trabalhista, a única forma de preparar-se para os efeitos da mudança é informar-se e saber cada vez mais a respeito. Só o conhecimento da nova legislação pode tornar o trabalhador apto a fazer as melhores escolhas para suas atividades profissionais e, ao mesmo tempo, ajudá-lo a estar atento ao cumprimento dos direitos que continuam garantidos na Constituição”, analisa o presidente da CNDL, José Cesar da Costa.

    Metodologia

    Foram entrevistados pessoalmente 600 brasileiros desempregados acima de 18 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais. A margem de erro geral é de 4,0 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.

70% dos brasileiros atrasaram alguma conta em 2017

08 Fev, 2018 às 09:27

por Ascom - Izidy Ramel Comunicação

  • Segundo pesquisa, 47% tiveram o nome negativado nos últimos 12 meses. 71% dos brasileiros têm noção equivocada sobre o que é estar endividado
    Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que sete em cada dez brasileiros (70%) deixaram de pagar ou pagaram com atraso pelo menos uma conta em 2017. As contas mais comprometidas no ano passado foram: cartão de crédito (39%), plano de internet (28%) e plano de celular e/ou telefone fixo (26%).

    De acordo com o levantamento, quase metade dos brasileiros (47%) estão ou tiveram nos últimos 12 meses o nome incluído em algum serviço de proteção ao crédito, sobretudo entre as classes C, D e E (50%).

    Segundo o último índice de inadimplência divulgado pelo SPC Brasil e CNDL, cerca de 39% da população brasileira adulta está registrada em listas de inadimplência. Segundo o educador financeiro do SPC Brasil e do portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli, o endividamento não deve impedir a pessoa de pagar todas as suas contas fixas, caso contrário, corre o risco de resultar em inadimplência. “Além disso, é recomendável poupar uma parte dos ganhos e deixar uma quantia para arcar com as despesas variáveis do mês. E sempre que o consumidor se vir obrigado a pagar juros, o certo é recorrer à reserva financeira ou fazer atividades extras para aumentar a renda e se livrar dessa situação o mais rápido possível”, orienta.

    Oito em cada dez brasileiros mudam a forma de administrar os gastos após serem negativados

    Dos entrevistados que já estiveram com nome sujo pelo menos uma vez nos últimos 12 meses, 80% garantem ter mudado alguma atitude na forma de administrar as finanças.

    As principais medidas foram controlar todos os gastos (49%), pensar melhor antes de comprar algo (39%), comprar somente quando puder pagar à vista (34%), passar a economizar para lidar com imprevistos (32%), evitar o uso do cartão de crédito (28%), não emprestar o nome para terceiros (23%) e cancelar o cartão de crédito (17%).

    Somente 24% sabem ao certo o que é estar endividado

    De acordo com o estudo, 43% das pessoas se consideram endividadas no momento. Apesar disso, o estudo revela que 71% não sabem, de fato, o que significa estar endividado. Para 43% dos entrevistados, uma pessoa com dívidas é aquela que tem contas em atraso ou sem pagar. Três em cada dez (28%) disseram que está endividado quem possui o nome registrado em entidades de proteção ao crédito, e apenas 24% sabem que uma pessoa endividada é aquela que possui parcelas a vencer ou empréstimos feitos.

    “Sempre que alguém faz uma compra no cartão de crédito, até mesmo em uma única parcela, está assumindo uma dívida. O mesmo ocorre com carnês de lojas ou financiamentos. Não há problema nisso, desde que o consumidor esteja no controle e não ultrapasse suas condições de arcar com o pagamento das prestações acordadas”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. “Do contrário, em pouco tempo se pode passar de endividado a devedor, o que é bem diferente, pois pode gerar negativação e aumento desproporcional dos valores a pagar, pelos juros embutidos”, avalia.

    Metodologia

    Foram entrevistados 805 consumidores acima de 18 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais. A margem de erro é de no máximo 3,5 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

    Fonte: CNDL

Demanda por investimentos dos micro e pequenos empresários atinge 35 pontos em dezembro, maior pontuação da série histórica, mostra indicador do SPC Brasil e CNDL

Apesar da alta, quantidade de empresários com intenção de investir ainda permanece baixa. 74% dos MPEs não planejam tomar crédito nos próximos 90 dias

24 Jan, 2018 às 16:59

por Ascom - Izidy Ramel Comunicação

  • O final de 2017 parece ter encorajado micro e pequenos empresários do varejo e serviços. Nos três últimos meses do ano passado, o Indicador de Propensão ao Investimentono próprio negócio ficou acima da média histórica,  de 27,3 pontos, numa escala que vai de zero a 100. Dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que, em dezembro de 2017 o indicador marcou 35,1 pontos, acima do observado no mesmo mês de 2016 (26,2 pontos) e acima do observado em novembro (31,0 pontos). O resultado de dezembro foi o maior, desde o início da série, em maio de 2015. Pela metodologia, quanto mais próximo de 100, maior é a propensão; quanto mais distante, menor a propensão.
    Apesar da alta, a quantidade de empresários que declararam a intenção de investir ainda permanece baixa (29%), praticamente a mesma observada no mês de novembro (28%). Cresceu, no entanto, a quantidade de indecisos, passando de 6% para 15%, e caiu a quantidade dos que descartam investir, que passou de 64% para 53%.

    Entre esses que não pretendem investir, a principal razão é o fato de não ver necessidade, citada por 48%. Para 26%, ainda pesa a percepção de que o país não saiu da crise. Além desses, 13% dizem que investiram recentemente e que estão aguardando retorno. Por outro lado, entre os que pretendem investir, a maior parte (47%) mira o aumento de vendas, além da adaptação da empresa a nova tecnologia (13%), do atendimento da demanda que aumentou (13%) e da economia de recursos (9%).

    Entre os que planejam investir, as medidas mais comuns serão a reforma da empresa (27%), a ampliação de estoque (23%), a aquisição de máquinas e equipamentos (20%), investimentos em mídia e propaganda (13%) e a ampliação de portfólio (13%).

    O capital próprio será escolha de mais da metade dos micro e pequenos empresários que planejam investir nos próximos três meses, seja por meio de aplicações que possuem (48%) ou resultante da venda de algum bem (13%). Os que vão recorrer a empréstimos e financiamentos em bancos e financeiras são 17% dos entrevistados.

    Somente 11% dos MPEs têm intenção de contratar crédito

    Em dezembro 2017, a intenção de contratar crédito também subiu, tanto na comparação mensal quanto na comparação anual. O Indicador de Demanda por Crédito dos Micro e Pequenos Empresários alcançou 17,9 pontos, o maior resultado desde o início da série histórica, acima de dezembro de 2016 (12,3 pontos) e de novembro de 2017 (12,9). “Como se vê, a intenção de contratar crédito fica abaixo da intenção de investir, evidenciando o fato de que muitos desses investimentos são viabilizados com capital próprio”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

    Apesar do avanço na comparação com os meses anteriores, os dados do indicador mostram que apenas 11% desses empresários têm a intenção de contratar crédito pelos próximos três meses. Os que não pretendem tomar recursos emprestados somam 74% da amostra, ao passo que 13% estão indecisos.

    Para Kawauti, o baixo apetite ao crédito é justificado pela conjuntura econômica e pela falta de conhecimento das possibilidades que o crédito oferece. “Mesmo com a queda da taxa Selic, os juros para as empresas e consumidores ainda se mantêm elevados. Conforme a economia apresente sinais de melhora, como mais geração de empregos e reaquecimento das vendas, a procura por crédito deve aumentar acompanhando a evolução das perspectivas do empresariado”, analisa a economista.

    38% dos MPEs reconhecem que a contratação de crédito está difícil

    Entre os que rejeitam contratar crédito,  a principal razão apontada é o fato de conseguir manter o negócio com recursos próprios (36%). Além desses, 27% mencionam as altas taxas de juros e 14% dizem estar inseguros com as condições econômicas. Sobre o grau de dificuldade para contratar crédito, 38% dos micro e pequenos empresários reconhecem que atualmente está difícil conseguir crédito no mercado. Há, porém, uma parcela considerável, de 20% de entrevistados, que consideram a contratação fácil. O excesso de burocracia (46%) e juros altos (42%) são as principais razões para quem vê entraves na contratação de crédito.

    Considerando a minoria dos que vão tomar recursos emprestados de terceiros, 32% manifestaram a intenção de usar esse dinheiro extra para formar capital de giro. O pagamento de dívidas é a escolha de 21% dos empresários consultados, ao passo que 18% pretendem reformar a empresa e 16% comprar equipamentos. Já a modalidade de crédito a ser solicitada ainda não foi definida para 45%, enquanto 26% citam o microcrédito e 20% os financiamentos.

    Metodologia

    Os Indicadores de Demanda por Crédito e de Propensão para investimentos do Micro e Pequeno Empresário (IDCI-MPE) calculados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) levam em consideração 800 empreendimentos com até 49 funcionários, nas 27 unidades da federação, incluindo capitais e interior. As micro e pequenas empresas representam 39% e 35% do universo de empresas brasileiras nos segmentos de comércio e serviços, respectivamente.

    Fonte: CNDL

Popar é hábito pouco frequente mesmo estre os Brasileiros de maior renda, revela indicador do SPC Brasil e CNDL

66% das classes A e B não tiveram sobras de dinheiro em novembro. Com Selic a 7%, poupança ganha pouco mais de atratividade; 42% sacaram parte das reservas para pagar contas, dívidas e driblar imprevistos

19 Jan, 2018 às 16:50

por Ascom - Izidt Ramel Comunicação

  • Guardar dinheiro todos os meses não é um hábito que faz parte da disciplina do consumidor brasileiro. Nem mesmo entre aqueles que possuem renda maior. Dados do Indicador Mensal de Reserva Financeira apurado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revelam que em cada dez brasileiros com renda superior a cinco salários mínimos (R$ 4.690), apenas três (30%) conseguiram encerrar o último mês de novembro com sobras de dinheiro. No total, 66% das pessoas que fazem parte das classes A e B não foram capazes de guardar nenhuma parte de seus rendimentos. Quatro por cento não sabem ou não responderam.

    Considerando toda a população e, não apenas os brasileiros das classes A e B, a proporção dos que conseguem guardar dinheiro é ainda menor. Somente 20% conseguiram fechar novembro com sobras contra 70% de não poupadores. Entre aqueles que conseguiram guardar dinheiro em novembro e que sabem o valor guardado, a média é de R$ 400,57.

    “A conjuntura econômica é um fator que contribui fortemente para que as pessoas terminem o mês sem dinheiro para investir, mas a falta de disciplina e de controle das finanças também é um grande entrave. O consumidor deve ter em mente que um orçamento controlado pode fazer toda a diferença no final do mês. O ideal não é poupar somente o que sobra no fim do mês, mas sempre reservar uma quantia fixa”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

    Exemplo desse comportamento pouco regrado é que apenas 5% dos poupadores reconhecem guardar sempre a mesma quantia todos os meses. Um quarto (25%) guardam apenas o que sobra no orçamento quando terminam de pagar todas as contas. “Se o consumidor deixar para poupar o que sobra, é mais difícil ceder aos apelos de consumo. O mais indicado é dividir o orçamento em gastos obrigatórios, gastos com lazer e compras daquilo que gosta e uma parte para investimentos, que precisa ser sagrado e ter objetivos distintos”, explica o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli.

    60% dos poupadores recorrem à caderneta de poupança; apenas 4% investem em Tesouro Direto

    O desconhecimento ou perfil majoritariamente conservador do poupador brasileiro também se refletem quando o levantamento investiga as modalidades de investimentos que os consumidores usam. A caderneta de poupança é o destino mais frequente do dinheiro guardado, com 60% de menções. Em segundo lugar aparecem as pessoas que deixam o dinheiro guardado em casa (18%). Completam o ranking os fundos de investimento (13%), previdência privada (10%), CDBs (8%) Tesouro Direto (4%) e dólar (2%).

    A principal razão justificada por aqueles que deixam dinheiro guardado em casa é a liquidez, com 41% de menções – ou seja, a facilidade para dispor desse dinheiro quando precisam usá-lo em momentos de necessidade. Também se destacam a sensação de segurança (20%), o fato de ser uma pequena quantia de dinheiro (20%) e até mesmo o receio de um confisco da poupança (16%), algo que objetivamente pode ser descartado.

    O educador financeiro José Vignoli orienta que se a preocupação do consumido for a liquidez, “o dinheiro pode ser depositado em uma conta poupança, que gera rendimentos e de onde pode ser sacado com facilidade. Dessa forma, o dinheiro não fica parado, pode ser sacado a qualquer momento e não deixa o consumidor vulnerável, uma vez que os recursos guardados na própria casa podem ser roubados ou perdidos. Os recursos também são garantidos pelo Fundo Garantidor de Crédito, o que dá garantias ao poupador”, afirma Vignoli.

    79% já ouviram falar da poupança, mas 33% conhecem Tesouro Direto; com Selic a 7%, poupança se torna pouco mais atrativa

    O indicador do SPC Brasil mostra ainda que a poupança, além de ser o destino mais comum das reservas, também é o investimento mais conhecido dos poupadores quem não optam por essa alternativa de investimento: 79% dessas pessoas disseram já ter ouvido falar a respeito dessa modalidade. No caso da previdência privada, 61% dos que não a possuem, já ao menos ouviram falar ao seu respeito. Investimentos em ações são de conhecimento de 57% desses entrevistados e Fundos de Investimentos por 55%. Alternativa que ganhou espaço nos últimos anos – período em que a taxa Selic se manteve elevada – o tesouro direto é conhecido por apenas 33% dos poupadores que não têm essa modalidade de investimento.

    De acordo com os especialistas do SPC Brasil, o recuo da taxa Selic para 7% ao ano torna a poupança, comparativamente com outras aplicações de renda fixa, um tipo de investimentos pouco mais atrativo. “O atual ciclo de queda de juros acaba diminuindo a rentabilidade de investimentos atrelados à Selic, favorecendo a poupança, que é isenta de imposto de renda”, explica a economista Marcela Kawauti.

    42% dos poupadores tiveram de sacar recursos em novembro; apenas 11% guardam dinheiro pensando na aposentadoria

    Para os especialistas do SPC Brasil, o brasileiro deve ter reservas distintas para cada objetivo de vida. Seja ele se prevenir contra imprevistos, garantir uma aposentadoria tranquila ou realizar um sonho de consumo. Nesse sentido, a pesquisa mostra que proteger-se contra imprevistos é o principal propósito dos brasileiros que guardam dinheiro.Pouco mais de um terço (34%) dos poupadores reservaram parte de seus rendimentos para lidar com uma eventual doença ou morte na família. Para 32%, o principal objetivo é garantir o bem-estar da família no futuro, ao passo que 28% pensam em ter uma reserva que cubra gastos em uma situação de desemprego. Apenas 11% dos poupadores brasileiros guardam dinheiro pensando na aposentadoria.

    De acordo com a pesquisa, em cada dez brasileiros que possuem uma reserva, quatro (42%) tiveram de sacar ao menos parte desses recursos, sendo que o principal destino foi o pagamento das contas de casa (13%), imprevistos (9%) e pagamento de dívidas (9%).

    Metodologia

    O indicador abrange 12 capitais das cinco regiões brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Manaus e Belém. Juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. A amostra, de 800 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos
    os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%.

    Fonte: CNDL

Prêmios da campanha de Natal 2017 da CDL de Brumado, entregues!

16 Jan, 2018 às 09:39

por Ascom - Izidy Ramel Comunicação

  • A Câmara de Dirigentes Lojistas de Brumado entregou os prêmios da campanha de Natal Show de prêmios CDL + Brumado 2017, e na oportunidade, a diretoria e toda a equipe da entidade agradece mais uma vez pela participação do comércio e dos consumidores, e parabeniza a todos os ganhadores!

Nota de Pesar/ Brumado lamenta a morte de Gildásio da Madeireira Real

13 Jan, 2018 às 14:59

por Manoel Messias - Presidente da CDL de Brumado

  • Neste momento o Comércio de Brumado encontra-se triste e abalado com a perda de um dos seus maiores e ilustres membros. Gildásio Moreno Soares, 65 anos, da Madeireira Real, grande amigo, humano, sereno, parceiro do comércio, responsável por muitas famílias a quem emprega e a quem o comércio tem muito a agradecer pelos anos de colaboração, preocupado com o social, daí um grande rotariano. Que Deus conforte a todos os familiares, parentes e amigos, fazendo com que este momento, seja de mais uma reflexão em nossas vidas, onde antes de partir, devemos estar atentos em seguir os ensinamentos de Deus e fazer o máximo pelo nosso semelhante, deixando para os que ficam, um legado de bons exemplos, boas ações e boas lembranças, como ficarão do nosso grande amigo GILDÁSIO DA MADEIREIRA.

    Manoel Messias - Presidente da CDL de Brumado 

Governo divulga calendário para saques do PIS/Pasep

Homens com mais de 65 anos e mulheres com mais de 62 anos têm direito a sacar o benefício, desde o dia 8; idade mínima para ter direito à cota do PIS/Pasep foi reduzida para 60 anos

10 Jan, 2018 às 08:55

  • O Ministério do Planejamento divulgou desde o dia 8, o calendário de pagamento das cotas de PIS e Pasep para as pessoas com mais de 60 anos. A nova idade foi fixada na Medida Provisória 813/2017, que entrou em vigor no último dia 6 e reduziu a idade mínima para saque dos fundos. Para esse público, o pagamento será iniciado no dia 22 de janeiro, com crédito automático para quem tem conta na Caixa e Banco do Brasil, e no dia 24 de janeiro para os demais beneficiários diretamente nas agências.

    Para homens com mais de 65 anos e mulheres com mais de 62 anos, público que já tinha sido contemplado pela MP 797/2017, o saque será retomado a partir desta segunda-feira nas agências e canais da Caixa e do BB, assim como para os demais cotistas com mais de 70 anos, aposentados e herdeiros. O pagamento para esse conjunto de pessoas havia sido suspenso porque a MP 797 perdeu a validade sem ter sido votada pelo Congresso. Depois, o governo editou uma nova medida reabrindo o prazo e ampliando o público beneficiado.

    Segundo o Planejamento, esta nova etapa de saques, com a nova redução da idade, beneficia mais de 4,5 milhões de cotistas do PIS e do Pasep “que poderão efetuar o saque de R$ 7,8 bilhões disponíveis nas instituições financeiras”.

    “Essa medida, além de colocar dinheiro no bolso do brasileiro para pagar despesas e deixar suas contas em dia, ajuda a aquecer a economia, ativar o comércio, a indústria e os serviços, gerando mais empregos e melhorando a renda dos trabalhadores”, disse o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, em nota distribuída à imprensa.

    Poderão sacar as cotas os trabalhadores cadastrados no PIS ou no Pasep entre 1971 até 4 de outubro de 1988 e que ainda não sacaram o saldo total de cotas na conta individual de participação. Beneficiários legais, na condição de herdeiros, também poderão comparecer às agências da Caixa e BB portando o documento oficial de identificação e o documento que comprove sua condição de herdeiro para realizar o saque.

    Fonte: O Estado de S.Paulo

Temer assina decreto definindo salário mínimo de 2018 em R$954

Valor do salário mínimo, que era é de R$ 937, teve reajuste de R$ 17. Medida vale desde 1º de janeiro.

08 Jan, 2018 às 11:44

  • O presidente da República, Michel Temer, assinou dia 29 de Dezembro um decreto que fixa em R$ 954 o valor do salário mínimo em 2018, aumento de R$ 17 em relação ao valor que estava em vigor que era R$ 937 em 2017.

    A medida foi publicada na sexta (29) em edição extra do "Diário Oficial da União". O reajuste começou a valer a partir de 1º de janeiro.

    O reajuste do salário mínimo em 2018 é o menor em 24 anos. Também é menor do que a estimativa que havia sido aprovada pelo Congresso Nacional, de R$ 965. Com isso, o governo prevê economizar R$ 3,3 bilhões agora, em 2018.

    Fonte : https://g1.globo.com/politica/noticia/temer-assina-decreto-definindo-salario-minimo-de-2018-em-r-954.ghtml

Campanha Show de Prêmios CDL + Brumado 2017 (GANHADORES)

06 Jan, 2018 às 12:33

por Ascom - Izidy Ramel Comunicação

  •  

    Ganhadores dos vales compras:

    GILVANDO DE SOUZA SANTOS
    SALVADOR CARLOS COQUEIRO DE SOUZA
    HERMANO JOSE DE LIMA FILHO
    MARIA SOLIDADE SILVA
    ELVIS SALVADOR 
    JOÃO VITOR SILVA NASCIMENTO
    CARMELIA SANTOS DE SOUZA
    SIMONE DE JESUS SILVA
    ISABEL (BEL PASSARELA)
    HELENI VIEIRA DE SANTANA
    NILZETE ROSA CARDOSO
    HELTON AGUIAR ROCHA
    NILDA NASCIMENTO SOUZA
    ROSENI DOS SANTOS LIMA
    OLEGÁRIO SILVA HERCULES
    TEREZINHA FAGUNDES
    ELIZABETE DOS SANTOS S. SILVA
    ELISA VALE DA SILVA
    ELIANA ROCHA LEITE SOUZA
    WEBERTE SILVA CARLOS

    DAVI ARAUJO NOVAIS - ganhador da moto Honda 0KM CG 125 Fan KS.

    VANIA DE S. SANTANA - ganhadora da mobília + uma moto Honda Pop 0km.

     

    Estes foram os ganhadores do sorteio da Campanha de Natal da CDL de 2017.

    A satisfação da Câmara de Dirigentes Lojistas é enorme, em contemplar todas essas pessoas!

    Quando todos se unem o comércio fica mais forte, então, o presidente Manoel Messias e toda a diretoria, agradece a todos que participaram desta campanha direta ou indiretamente!

Negociação Coletiva

20 Dez, 2017 às 12:08

por Ascom - Izidy Ramel Comunicação

  • A conquista da negociação e avanço no processo burocrático, traz segurança à relação entre trabalhador e empresário.

Home-Office

19 Dez, 2017 às 14:24

por Ascom - Izidy Ramel Comunicação

  • O conforto de trabalhar em casa, associado à aplicação de regras claras, trará ótimos benefícios para o trabalhador home-office.

Divisão das férias.

18 Dez, 2017 às 15:01

por Ascom - Izidy Ramel Comunicação

  • Tanto a empresa quanto o trabalhador saem ganhando.

Contribuição Sindical

16 Dez, 2017 às 11:33

por Ascom - Izidy Ramel Comunicação

  • O trabalhador obtém novos direitos, e com novos direitos vem novas responsabilidades.

Trabalho Intermitente

15 Dez, 2017 às 11:13

por Ascom - Izidy Ramel Comunicação

  • Você sabia?

Bom para o Brasil, bom para você

14 Dez, 2017 às 17:39

por ASCOM - Izidy Ramel Comunicação

  • Quanto mais informação sobre seus direitos e deveres o trabalhador possui, mais consciente ele se torna!

Comunicado Importante para os comerciantes

04 Dez, 2017 às 10:38

por ascom - Izidy Ramel Comunicação

  •  

    Brumado, 4 de dezembro de 2017.

     

    Prezado Associado,

    Segue abaixo, o horário de funcionamento do Comércio de Brumado durante o mês de dezembro:

    DEZEMBRO / 17

     

     

    DEZEMBRO DE 2017

     

    Data

    Dias

    Horário

    4 a 8

    Segunda a Sexta

    8h às 19h

    9

    Sábado

    8h às 14h

    11 a 15

    Segunda a Sexta

    8h às 20h

    16

    Sábado

    8h às 14h

    18 a 22

    Segunda a sexta

    8h às 20h

    23

    sábado

    8h às 18h

    24

    Domingo

    8h às 12h

    25

    VETADO FUNCIONAMENTO

     

    26 a 29

    terça a sexta

    8h às 18h

    30

    Sábado

    8h às 18h

    01/JAN

    VETADO O FUNCIONAMENTO

     

     

    P.S. vale salientar que esse horário é facultativo e visa atender a convenção coletiva 2017 do Sindicato dos comerciários.

     

    Atenciosamente,

    Bruno Nascimento Pitombo

         PRESIDENTE

Campanha Natal Premiado da CDL de Brumado, participe você também!

03 Nov, 2017 às 15:04

por ascom - Izidy Ramel Comunicação

  • Iniciou hoje a campanha Natal Premiado da CDL de Brumado

    A campanha de Natal da Câmara de Dirigentes Lojistas de Brumado, iniciou hoje (03/11/2017) e está repleta de oportunidades para todos os consumidores, veja:

    - mobília para toda a sua casa

    - 15 mil reais em vale-compras

    - uma motocicleta Honda 0KM Pop 100

    - uma motocicleta Honda 0KM CG 125 Fan ks

    Compre nos comércios associados à CDL de Brumado e concorra a todos estes prêmios, a sorte precisa que você dê o primeiro passo! O sorteio será realizado em 05/01/2018.

    Natal Premiado da CDL de Brumado, participe!

Natal Premiado é no comércio de Brumado!

27 Out, 2017 às 18:20

por ascom - Izidy Ramel Comunicação

  • Comerciante, está chegando a hora... se você ainda não aderiu à campanha Natal Premiado é no Comércio de Brumado, procure nossos colaboradores e não perca tempo, garanta logo a sua particpação! Vamos mostrar a força do comércio brumadense! Quanto maior a adesão, mais a CDL poderá intensificar as ações promocionais final de ano!

  • Na manhã dessa quarta-feira,18, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Brumado, representada por seu administrador Fernando Oliveira, protocolou um ofício ao superintendente municipal de trânsito e transportes, André Cardoso, para que possa participar das discussões e definições das áreas especiais denominadas “zona azul”, que serão efetivadas por meio de decreto regulamentar da lei municipal nº 1.811 de 28 de setembro de 2017.

    A CDL tomou tal iniciativa pois, será alterada completamente a rotina dos comércios da cidade, à qual a entidade tem total interesse em representar e ajudar da melhor forma.

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O Certificado Digital é um Documento Eletrônico que contém dados sobre a pessoa ou empresa que o utiliza para comprovação mútua de autenticidade.

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Serviços de envio e recepção de fax e e-mail a preços especiais no intuito de agilizar as suas atividades com um baixíssimo custo.

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Nove tipos de consulta, incluindo duas de pessoa jurídica (SPC PLUS e SPC MAX) e uma de garantia de cheque.

Registro e Reabilitação de Clientes Inadiplentes

O lojista poderá enviar para a CDL os nomes dos clientes devedores, para que estes sejam cadastrados em nosso banco de dados de restrição ao crédito.

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